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Conheça os desafios da mobilidade urbana

Se você mora em um grande centro, com certeza já parou para se perguntar quantas horas gasta por dia no trânsito. Só em São Paulo, segundo dados da 9ª Pesquisa de Mobilidade Urbana realizada pelo IBOPE, as pessoas perdem, em média, quase três horas por dia em deslocamentos feitos por carros. Uma estimativa realizada pela Organização das Nações Unidas (ONU) mostra que, até 2050, mais de 70% da população mundial estará vivendo em cidades. Além do problema de locomoção, essa crescente migração de pessoas para as áreas urbanas já exerce uma grande pressão sobre infraestrutura, serviços públicos, recursos naturais, clima e muitos outros aspectos fundamentais para a qualidade de vida de seus habitantes. Um problema recorrente em todas as partes do mundo.

Já que esvaziar as cidades não é uma opção, quais caminhos devem ser seguidos para a construção de um ambiente que favoreça a economia e a sociedade? Uma das respostas está no uso de instrumentos de gestão urbana que considerem investimentos em meios de transporte mais eficientes, menos poluidores e que comportem uma maior quantidade de pessoas, causando menos congestionamentos. E como fazer isso? Priorizando o transporte público e o de fretamento, implantando e ampliando corredores de ônibus, que estarão dispostos nos futuros “eixos de mobilidade” – eixos estruturais que concentrarão as atividades econômicas da cidade.

O principal instrumento das grandes cidades na busca da mobilidade urbana está nos Planos Diretores Estratégicos (PDE). Em São Paulo, um modelo aprovado em 2014 tem como principal foco reorganizar os espaços públicos e a distribuição das atividades econômicas e das pessoas na cidade. Para isso, prevê uma série de medidas que deverão ser implantadas até 2030. Boa parte delas tem como base fundamental o planejamento de transportes públicos. O investimento virá do FUNDURB (Fundo de Desenvolvimento Urbano), que terá pelo menos 30% de seus recursos destinados ao desenvolvimento de ações em prol do transporte público coletivo e de outros, como as ciclovias.

Outro desafio nas grandes cidades e que pode ser minimizado com esse planejamento urbano mais eficiente são os níveis de poluição do ar e seus efeitos na saúde pública. Quase 60% da população de São Paulo consideram a poluição como o tipo mais grave de risco à saúde a que está exposta, sendo que 62% desse total afirmam já ter sido afetado por algum tipo de doença a ela associada. Para que a ideia de minimizar os efeitos da poluição se torne realidade, incentivos para ampliação de modelos de transporte que utilizem energia limpa e renovável, como trens e metrô, assim como a melhoria das condições de infraestrutura de calçadas para os pedestres, também são iniciativas futuras nas grandes cidades no Brasil e no mundo. Exemplos de boas práticas neste quesito já podem ser vistos em cidades de Curitiba (PR) e Bogotá, na Colômbia, que reorganizaram seus sistemas de transporte e já utilizam ônibus híbridos (que funcionam com dois motores: um elétrico e outro a diesel) em sua frota.

 

Fonte: Galileu

Dia Mundial do Doador de Sangue

Doar sangue salva vidas. Abrace essa causa não apenas hoje, mas todos os dias.

 

Dia do Turista

Turistas são as pessoas que viajam e realizam atividades como conhecer os pontos turísticos que um lugar tem a oferecer. De acordo com a Organização Mundial de Turismo, os turistas são pessoas que vivem em um local diferentes por um período de tempo inferior a um ano consecutivo.

 

O Brasil é um país que atrai milhares de turistas todos os anos, e oferece uma grande variedade de opções de lugares para eles conhecerem. Os destinos mais procurados são Rio de Janeiro, São Paulo e os estados da região Nordeste, principalmente Bahia e Pernambuco.

Mensagem do Dia

Esperamos que você tenha um ótimo fim de semana!

 

Imagem: Bigstock by Gustavo Frazao

Conheça os benefícios do serviço de fretamento

Economia de espaço viário

O uso de qualquer veículo de transporte coletivo traz vantagens na ocupação do espaço viário disponível, em relação aos automóveis e ás motocicletas. Isto está relacionado á capacidade dos veículos de transporte coletivo de acomodar uma quantidade muito superior de pessoas, usando um veículo apenas duas vezes maior do que, por exemplo, o automóvel.

Um ônibus com dois passageiros leva um consumo de espaço por passageiro (27m²) inferior ao de um automóvel com um passageiro leva um consumo de espaço por passageiro (10,8m²) inferior ao de um automóvel com 2 passageiros (16,5m²). No nosso caso específico, o ônibus mais comum no transporte por fretamento atende de 40 a 50 passageiros e, portanto, tem  enorme vantagem em relação ao espaço viário ocupado por cada passageiro.

 

Redução de consumo de Energia

A energia gasta por um modo de transporte é particularmente importante nos países em desenvolvimento, seja ele fóssil ou de origem hidroelétrica.

O valor calculado da energia gasta por distância precisa ser ponderado pelo número de pessoas usando o modo, para chegar a um número comparativo entre os modos. A comparação geral das eficiências energéticas por modo revela que enquanto o automóvel usa 2,3 a 2,6 MJ/pass-km, os trens usam 0,6 a 1,5 MJ/pass – km e os ônibus 0,6 a 0,8 MJ/pass – km (Goldemberg, 1998).

Os ônibus a diesel e o metrô são os modos que consomem menos energia. A relação entre ônibus e carros é de 1:4,7 (ônibus comum). Deve – se ressaltar que se trata de veículos completamente carregados de passageiros, o que gera o menos consumo de energia possível. Caso o carregamento dos veículos mude a relação mudará.

 

Fonte: Fresp

 

Imagem: Divulgação

 

Dia Mundial do Meio Ambiente

“Cada dia a natureza produz o suficiente para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome”.

– Mahatma Gandhi

 

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