O maior medo do ser humano é falar em público. Exatamente. Nada de morrer ou baratas, mas estar em um palco sendo o foco da atenção e precisando falar com outras pessoas. Porém, falar em público não precisa ser esse desafio e, para melhorar esse receio, algumas dicas simples podem ajudar.


TREINE, TREINE E TREINE

Se falar em público é a sua grande dificuldade, não tem outro jeito: é preciso treinar. Pratique em frente ao espelho, com amigos ou até mesmo com um gravador. A ideia é que você se acostume a falar e corrija eventuais erros. Sempre que possível, peça para alguém assistir. Assim, além de apontar em que você está falhando, você se acostuma a ter outras pessoas te observando enquanto você se apresenta.


BUSQUE NATURALIDADE

Pense que falar em público é uma conversa. Como você se comporta em uma conversa? Tente agir o mais similar a isso possível. Não se trata de ser informal ou despojado, mas apenas manter as coisas em um tom de conversa. Se você em cara o “falar em público” como mais uma conversação, fica muito mais fácil de falar.



CONHEÇA O SEU PÚBLICO

Saber com quem você vai falar ajuda na preparação e na forma como se portar. Inclusive, é possível antecipar o tipo de reação e o comportamento desse público. Ao fazer isso, você já sabe se pode, por exemplo, ser mais descontraído. Sinta o público, aproveite suas reações para ir ajustando a sua fala. Assim, você encontra a melhor maneira de atingi-lo e se apresentar bem, algo que vai aos poucos construindo sua confiança.


 

COLOQUE A SUA ENERGIA NISSO

O principal problema ao se falar em público é que muitas vezes direcionamos a nossa energia no medo de falhar ou no fato de acharmos que estão nos julgando mal enquanto a verdade é que deveríamos concentrar o foco apenas em… falar! O público reage bem a quem fala com energia e paixão.


 

NÃO TENHA MEDO DE RECEBER FEEDBAKCS

Inclusive, peça por eles! Saber o que as pessoas acharam e quais pontos é preciso melhorar ajuda em muito na construção de apresentações melhores. Busque não encarar os pontos levantados como julgamento, mas sim como algo construtivo a se levar em consideração.